Festas Clandestinas na Pandemia

No palco erguido sob uma enorme tela, DJs, malabaristas e comedores de fogo desenvolveram suas coreografias enquanto o público fervia no chão, embalado por a batida

O contato humano continuou a todo vapor entre 500 pessoas que foram ver a festa de – “com toda a estrutura”, alardeava o convite – sábado em Magé, uma comuna próxima ao Rio de Janeiro.

Para sacudir o esqueleto nessas regiões, o povo obedecia regiamente a uma cartilha de transgressões que mantinha o Brasil uma indústria ativa de festas underground.

Começou provisoriamente, com um clube aqui, outro ali, até que cresceu e transformou a linha de produção que, nos fins de semana, chegava até 500 em todo o país.

Passo a Passo para acessar as festas:

O relatório de VEJA abordou todos os passos necessários para chegar ao Circo, passo a passo que hoje está no cenário da festa da cidade proibida.

Os promotores fazem circular o convescote nas redes sem nunca revelar a sua identidade.

Os interessados ​​entram em contato e recebem o banco para comprar a passagem.

Assim que o recibo de transferência for enviado, é onde se encontrará o ponto de encontro dos ônibus, que acabará por levar a multidão à festa.

Neste dia 20, cem pessoas, a maioria delas mascaradas ou vestígios de gel hidro alcoólico, reuniram-se para embarcar no local combinado, na Baixada Fluminense, às 23

Dois carros da polícia passaram como se não houvesse nada.

O endereço de balanço, a 30 quilômetros de distância, não foi revelado na chegada.

“Eu sei que não é bom, mas não aguento mais ficar trancado em minha casa”, um jovem alegre, dando voz à falta de noção coletiva.

A música continuou até as 7 da manhã.

Às 8 da manhã, os mesmos organizadores dão uma festa na piscina.Os promotores fazem circular o convescote nas redes sem nunca revelar a sua identidade.

Os interessados ​​entram em contato e recebem o banco para comprar a passagem.

Assim que o recibo de transferência for enviado, é onde se encontrará o ponto de encontro dos ônibus, que acabará por levar a multidão à festa.

Neste dia 20, cem pessoas, a maioria delas mascaradas ou vestígios de gel hidro alcoólico, reuniram-se para embarcar no local combinado, na Baixada Fluminense, às 23

Dois carros da polícia passaram como se não houvesse nada.

O endereço da balada, a 30 quilômetros de distância, não foi revelado na chegada.

“Eu sei que não é bom, mas não aguento mais ficar trancado em minha casa”, um jovem alegre, dando voz à falta de noção coletiva. A música continuou até as 7 da manhã.

Às 8 da manhã, os mesmos organizadores dão uma festa na piscina.

Os partidos undergrounds movem uma marcha forte.

Um evento do tamanho do Circo, no Rio, o Clube Indústria, que organiza seis noites em São em um final de semana, conta com uma força de trabalho de cerca de sessenta profissionais, incluindo edição, limpeza, técnicos de segurança, luz e som, garçons, DJs e artistas.

O lucro para os organizadores é de cerca de 70.000 durante a noite.

Esses eventos tornam o segmento o grande vilão da pandemia.

Temos que fazer uma devolução ordenada, explica Carol Sampaio, que organizava vinte festas por mês, hoje não faz mais.

Para novos tempos normais – testes rápidos internos, armazenamento limitado e a tríade máscara-álcool-gel-distância são

Ele ainda está esperando pela aprovação das prefeituras e pela situação de pandemia.

Afinal, reconheça os próprios empreendedores da indústria, é difícil conter o ímpeto humano para as multidões crescentes.